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Toni Platão
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Perfil
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cantor
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Em 1982, como cantor, integrou a banda carioca de rock Hojerijah, também formada por Flávio Murrah (guitarra), Marcelo Larrosa (baixo) e Álvaro Albuquerque (bateria)
Com essa banda gravou um compacto simples lançado em 1985 pela gravadora PolyGram. No ano seguinte, a banda foi contratada pelo selo Plug, da RCA, e lançou o LP "Hojerizah".
Em 1987, ainda integrando o Hojerizah, gravou pelo mesmo selo o LP "Pele", o segundo e último com a sua participação. Neste mesmo ano a banda iria encerrar as atividades. Iniciou carreira solo nesta época.
Em 1994 lançou o primeiro CD solo de nome "Toni Platão" e, no ano seguinte, participou do disco "Rei - Tributo a Roberto Carlos", produzido por Roberto Frejat, CD no qual interpretou "Namoradinha de um amigo meu".
Em 1999, a BMG lançou através da coleção "Hot 20", lançou um CD com os melhores trabalhos do grupo Hojerizah.
No ano 2000, lançou o segundo CD solo intitulado "Calígula freejack". Produzido por Dado Villa-Lobos (ex-Legião Urbana), que também tocou na maioria das faixas, o disco é eclético tendo em seu repertório rocks, baladas e sambas eletrônicos. O CD foi lançado em show, na casa de espetáculos carioca Ballroom, na qual, além do repertório do disco, o cantor interpretou "Como vovó já dizia", de Raul Seixas.
No ano de 2002, ao lado da Banda Zero, fez show de lançamento do CD "Calígula freejack" na Lona Cultural Gilberto Gil, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Em 2006 fez temporada com o show "De passagem" na livraria "Letras & Expressões", em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano lançou, pela gravadora Som Livre, o CD "Negro amor", no qual interpertou "Dia 36", antigo sucesso do grupo Os Mutantes; "Eu não vou mais deixar você tão só" (Antônio Marcos); "Mares da Espanha" (Angela Ro Rô); "Movimento dos barcos" (Jards Macalé e Capinan) e a faixa-título, versão de Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti para "It's all over now, baby blue", de Bob Dylan e antigo sucesso de Gal Costa. Do disco também se destacou a faixa "Impossível acreditar que perdi você", sucesso de Márcio Greyk, que na voz de Toni Platão foi incluído na trilha sonora da novela "Paraíso Tropical", de Gilberto Braga, levada ao ar pela Rede Globo.
Em 2008 lançou DVD contendo participações de Fausto Fawcett, Dado Villa-Lobos e Zélia Duncan. O trabalho contou com composições do último disco, "Negro amor", e sucessos da carreira., além de produção visual e direção de Gringo Cardia.
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http://www.mpb.com/toniplatao
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| Pessoal |
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Webmaster entrevista Toni Platão
Webmaster: Nome e local de Nascimento?
Toni Platão: Nasci Antonio Rogerio Coimbra, assim mesmo, sem acento gráfico no Antonio ou no Rogerio, no Rio de Janeiro em 02 de março de 1963 as 19:30h.
Filho de Antonio Maria MacDowell Coimbra e Anamaria Motta Reis Coimbra, depois Cysneiros.
W: Como surgiu a musica em sua vida? Foi na infância ou um pouco mais tarde?
Toni: Sempre tive muita musica em casa. Nenhum musico na família mas uma avo completamente apaixonada por Roberto Carlos, um tio que ouvia opera o dia todo e um “paidastro” (Luiz Fernando Cysneiros, segundo marido da minha mãe e quem me deu meu primeiro violão no meu aniversario de 17 anos) com uma imensa coleção de discos de jazz, rhythm & blues, pop americano e MPB. Pelos doze anos de idade, entrei numa loja e comprei meus dois primeiros LPs: uma coletânea do Elvis Presley e “Maravilha de Cenário” do Martinho da Vila. Durante os anos seguintes, a segunda metade da década de setenta, muitos discos de samba-enredo e trilhas nacionais e internacionais de novelas provenientes da minha mesada chegaram pra conviver com harmonicamente com a discoteca de casa. Nessa época queria ser jogador de futebol e mesmo fissurado por Roberto Carlos e Elvis Presley não pensava em cantar. Sequer cogitava essa possibilidade. Mas já adorava aquele universo ali, aquele som saindo da vitrola.
W: quais as primeiras “coisas” que ouviu com entusiasmo?
W: e ser músico, como e quando surgiu?
Toni: Meu entusiasmo com musica vem desde a infância mas só mais tarde veio o desejo, a vontade, a necessidade de fazer musica. Foi quando assisti “The song remains the same” e ouvi e vi o Jimmy Page tocando guitarra daquela maneira. Não sabia que podia cantar mas quem sabe tocar guitarra eu poderia aprender. E essa vontade/necessidade coincide com o violão que acabara de ganhar de aniversario. Comecei então aulas de violão. Daí veio o Hojerizah e eu estou eu aqui faz um bom tempo, fazendo som.
W: Como passou de tocar guitarra para Cantar?
Toni: Logo na primeira semana de aula na faculdade de jornalismo conheci Manolo Kaos, conversa vai conversa vem descobrimos que estávamos ambos querendo montar uma banda. Ele cantava e tinha um amigo, Flavio Murrah, que tocava muita guitarra e tinha ótimas canções. Eu começava a tocar guitarra e tinha um amigo, Marcelo Larrosa, que tocava baixo. Pronto, formou o Hojerizah, nome dado pelo Manolo. Meio ano depois, duas semanas antes do nosso primeiro show, Manolo decidiu que queria mesmo ser jornalista, que a gente estava levando aquilo a serio demais etc... lembro que fizemos um ou dois testes com amigos do Flavio mas nada rolou. Flavio e Marcelo então olharam pra mim e disseram que eu enquanto guitarrista-base da banda era quem deveria cantar. Fiz esse primeiro show tocando e cantando pra imediatamente parar de tocar e apenas cantar.
W: conte-nos, como passou de Coimbra a Platão.
Toni: Sempre fui chamado de Toni, desde que me entendo por gente. Ao entrar na faculdade de jornalismo, onde o Hojerizah foi formado, comecei a ser chamado de Platão por discordar debochadamente das teorias do próprio na primeira aula da cadeira de filosofia. E como os amigos da faculdade formaram o primeiro publico da banda, tive que juntar o Toni ao Platão por conta dos cartazes que a gente fazia pros shows aonde vinham escritos os nomes da gente, os integrantes da banda.
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