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Mombaça
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Perfil
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Cantor e compositor Mombaça
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A vez da voz de Mombaça
Parceiro em sucessos de Mart'nália, compositor lança novo CD
Com dois álbuns independentes, o cantor e compositor Mombaça apresenta Afro memória+Pretinhosidade, lançado pela Biscoito Fino. No CD, que já havia sido editado por seu próprio selo, ele retoma músicas do segundo trabalho e inclui novidades que fazem a mesma ponte musical entre Brasil e África.
Flertando com a música desde os cinco anos de idade, Mombaça ficou mais conhecido como parceiro de Mart'nália em Pretinhosidade e Chega, sucessos dos badalados shows da cantora. No disco Mombaça aproveita para mostrar suas próprias versões para as músicas, cheias do mesmo balanço. Mas a amiga não fica de fora e divide com ele os vocais em Obnubliado.
Surpresa é a participação de Maria Hime em Denegrir. Maria apareceu, aos oito anos, cantando ao lado do pai Francis Hime em Lua de cetim, parceria dele com Olívia Hime. Quase 30 anos depois Maria Hime volta a cantar, primeiro solando em versão intimista voz e piano e depois entrando muito bem no balanço de Mombaça. O disco também traz a voz do cantor congolês Lokua Kanza e o piano de João Carlos Coutinho na emocionada Pra viver e morrer de amor.
Da vida na zona oeste carioca e da faculdade de História no início da década de 80 Mombaça traz a consciência social. Da vivência como músico de noite ganha o tom romântico. As temáticas navegam entre os dois assuntos que se esbarram. Mombaça canta por um mundo melhor na política Mandelas, mas segue romântico em Entre nós que - irresistível - cita Abdias do Nascimento, fundador de um importante movimento negro.
A bandeira negra também é levantada na ótima Na serra da nossa barriga, em que aproveita para homenagear um timaço de colegas que inclui desde Paulinho da Viola até Seu Jorge: "Todo mundo aí", garante. Em Reparação Mombaça fala sobre as desigualdades: "Os filhos da mãe África exigem reparação". Fechando o disco Afro-memória canta que "por debaixo da pele somos todos iguais".
A música de Mombaça tem um balanço próprio, muito calcado em violão e rico em percussão. Entre o samba e a black music, tem pitadas de reggae, ecos latinos e outras bossas mais. Mombaça tem uma química especial cheia de suingue. Essa mistura já o levou a cantar em lugares como Austrália, África do Sul, Estados Unidos, Botswana, Quênia e Tongo. No Brasil o compositor acaba de assinar uma parceria com Gilberto Gil e Ana Carolina, Torpedo, gravada pela cantora.
O lançamento de Afro memória+Pretinhosidade joga nova luz para a obra do compositor e para um cantor de personalidade e talento. O nome atrás dos créditos revela boas surpresas e brilho. Além dos sucessos e parceiros, Mombaça tem um trabalho que se sustenta com fôlego próprio.
Por Beto Feitosa
Fonte: http://www2.uol.com.br/ziriguidum/1003/100326-01.htm
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Violão
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http://www.mpb.com/mombaca
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| Pessoal |
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Sou músico: cantor, compositor e violonista popular brasileiro. Já trabalhei como ajudante de caminhão, mercador ambulante (camelô), "auxiliar de almoxarifado", metalúrgico (pintor), segurança patrimonial (guarda de banco), diretor musical, produtor fonográfico, autor teatral, professor de violão e de História Geral. Formei-me em Comunicação Social (Jornalismo), na marra! Filho de dois baianos, sou carioca do Jardim 7 de abril, em Paciência, torço pelo Botafogo e no samba, sou mais Mangueira. Pai, oficialmente, de três lindos filhos: Alisson Marcelo, Ana Carolina e Alexandre Gutti. Todos os nomes começando com a letra A para não serem os últimos, nem na lista de chamada escolar.
Minha "praia" é MPB pop romântico com samba fundido a ritmos afro-brasileiros. Tenho três CDs gravados de modo "independente". Nasci numa família musical por parte de pai (Tiago), mãe (Penina) e seis irmãos. Fui criado numa comunidade evagélica Batista, com muita fé, café e cantoria. Meu pai tocava clarinete e era regente auxiliar do coro da igreja. Eu regia o coro jovem, mas cantei no principal. Minha mãe também cantava lá. Era um contraltão firme. A família toda abalava a congregação do Jardim Sete de Abril, nome do sub-bairro de Paciência.
Meus irmãos mais velhos formavam, com pai e mãe, o invejado "Conjunto Tiago". Mamãe compunha umas cantigas de ninar neném, algo que lembravam os repentes nordestinos. Danada ela!
Depois que saí da Batista fui buscar minhas raízes culturais nas religiões de matriz africana: Candomblé e Umbanda. Cheguei, até, a me meter com o catolicismo, mas, não fui longe nessa empreitada!!!
Esse amálgama sócio-econômico-político-cultural, sou eu: MOMBAÇA.
Para comprar músicas dos meus CDs: http://www.imusica.com.br/Busca.aspx?s=momba'C3'A7a
COMUNIDADE OFICIAL:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1982271
www.myspace.com/mombaca
www.youtube.com/mombacabrasil
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