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Kleiton e Kledir -OFICIAL
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Músicos
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Kleiton Alves Ramil Kledir Alves Ramil
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ATENÇÃO: Esse perfil é de divulgação mas não é administrado diretamente pelo próprio artista.
KleiTon & KleDir
Kleiton & Kledir nasceram em Pelotas, RS, uma região de clima frio e colonização européia. Começaram a estudar música muito cedo e nos anos 70 foram para a universidade em Porto Alegre, onde cursaram Engenharia e Composição e Regência. Kleiton fez curso de Maîtrise pela Universidade Paris VIII, da França, Mestrado em Música Eletroacústica pela UFRJ e exerceu a atividade acadêmica como professor da Escola de Música da UFRJ.
Em 1975, com mais 3 amigos, lançaram “Almôndegas”, a banda que foi um marco na história da música popular do Rio Grande. Foram 4 discos gravados, uma infinidade de shows, a mudança para o Rio de Janeiro e a confirmação de que estavam no caminho certo.
O primeiro disco de Kleiton & Kledir foi lançado em 1980 e rapidamente a dupla se transformou num enorme sucesso. As rádios começaram a tocar suas músicas sem parar e o público lotava seus shows por todo país. Durante anos a história se repetiu. Foram 5 discos (mais 1 em espanhol) o que lhes rendeu disco de ouro e shows por USA, Europa e América Latina. Gravaram em Los Angeles, New York, Lisboa, Paris, Miami e Buenos Aires. Suas composições foram gravadas por Simone, Nara Leão, MPB4, Caetano Veloso, Xuxa, Fafá de Belém, Nenhum de Nós, Zizi Possi, Ivan Lins, Chitãozinho e Xororó, Zezé de Camargo e Luciano, Leonardo, Fat Family, Emilio Santiago e muitos outros. Também pelo mundo afora suas músicas ganharam versões de grandes artistas, como os argentinos Mercedes Sosa e Fito Paez e a cantora portuguesa Eugenia Mello e Castro.
Mas apesar de tanto sucesso a dupla resolveu se separar. Kleiton foi viver na França, Kledir ficou no Rio. Gravaram discos solo, fizeram outros projetos e produções. Mas a saudade bateu e eles voltaram, depois de “umas férias de 7 anos”. E parece que não apenas eles estavam com saudade um do outro. O público também esperava essa volta.
Desde que retornaram, K&K gravaram os CDs “DOIS” (Som Livre) e “SUL” (Universal) e lançaram coletâneas que venderam ½ milhão de cópias. Montaram um espetáculo emocionante e percorreram o Brasil de norte a sul, entusiasmando sua enorme legião de admiradores e conquistando uma novíssima geração de fãs. Estiveram em Paris onde apresentaram uma série de 6 shows no Museu do Louvre e estiveram em tournée 2 vezes pelos EUA.
No carnaval carioca de 2002 foram homenageados pela Escola de Samba Caprichosos de Pilares, que desfilou com um enredo inspirado na música “Deu pra ti”.
Recentemente apresentaram um espetáculo na Ópera de Arame, em Curitiba, com a participação de 20 corais, totalizando 500 vozes. Foi uma noite inesquecível e a culminação dos shows que têm feito todo o país, sempre com a presença de corais, em cada cidade que chegam.
A Universal colocou no mercado vários CDs contendo a obra da primeira fase da dupla, nos anos 80. São 5 discos de Kleiton & Kledir, que haviam sido lançados apenas em LP, e também os 2 últimos do Almôndegas (Alhos com Bugalhos e Circo de Marionetes).
Em 2003 apresentaram em Porto Alegre o aguardado espetáculo Kleiton, Kledir & Vitor Ramil, reunindo os 3 irmãos e a Orquestra da Ulbra.
Formataram o projeto Letra & Música, um workshop sobre criação de música popular (com livro, CDRom e site) que deverá percorrer as universidades do país.
Atualmente, estão trabalhando no lançamento do AUTORRETRATO, em que depois de 20 anos apresentam apenas músicas inéditas. Som Livre/Pandorga/Canal Brasil, com direção de Edson Erdmann e produção do ingles Paul Ralphes.
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Kleiton & Kledir trouxeram definitivamente para a cultura popular brasileira a nova música gaúcha. Eternizaram um sotaque diferente e uma outra maneira de falar e cantar, com termos até então desconhecidos como “Deu pra ti”, “Tri legal”, etc. Esse jeito diferente de ser e fazer as coisas transformou K&K numa referência fundamental para quem quer entender a música brasileira do nosso tempo. Acabaram se transformando em símbolos do gaúcho contemporâneo, do homem moderno do sul do Brasil, o que fez com que o Governo do Estado lhes conferisse o título de “Embaixadores Culturais do Rio Grande do Sul”.
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